SÍNTESE [email protected], 11-mai-2020

www.ine.pt Serviço de Comunicação e Imagem | tel: +351 21 842 61 00 | [email protected] SÍNT S IN @ COVID-19 11 . maio . 2020 pág. 4/14 COVID-19: acompanhamento do impacto da pandemia nas empresas O Instituto Nacional de Estatística e o Banco de Portugal lançaram o Inquérito Rápido e Excecional às Empresas (COVID-IREE), com frequência semanal, tendo como objetivo identificar os efeitos da pandemia na atividade das empresas. O inquérito é necessariamente curto para não sobrecarregar as empresas e procura capturar os impactos ao nível da manutenção de atividade, volume de negócios, pessoas ao serviço, medidas apresentadas pelo Governo devido à pandemia, liquidez, acesso a crédito e preços. As empresas que responderam na 4.ª semana de inquirição (de 27 de abril a 1 de maio de 2020) reportaram que: • 84% mantinham-se em atividade, mesmo que parcialmente. • 15% encontravam-se temporariamente encerradas. • 1% tinham encerrado definitivamente. Valor Trimestral Estrutura Portugal (1.º Trimestre de 2020) (Milhares de pessoas) (%) Total 50,8 100,0% Despedimento individual/coletivo 7,6 14,9% Trabalho de duração limitada 12,2 24,0% Outra razão (p. ex: rescisão por mútuo acordo, layoff , fim de negócio próprio) 19,9 39,1% Outras razões que não as acima listadas 11,2 22,0% Mais informação em: Estatísticas do Emprego, 1.º trimestre de 2020 (6 de maio de 2020) As medidas de contenção da pandemia COVID-19 determinaram o encerramento permanente ou temporário de muitas empresas, o que pode ter contribuído para a diminuição da população empregada no 1.º trimestre de 2020. Também a razão de aguardar pela reintegração no emprego anterior foi motivo para o aumento da população inativa (dos 15 aos 74 anos) que não procurou trabalho, mais 13,5 mil pessoas (89,7%) do que no trimestre anterior. De igual modo, outras pessoas não terão feito uma procura ativa de trabalho devido às restrições à movimentação, associadas ao estado de emergência e ao dever de confinamento, que abrangeu pessoas anteriormente classificadas quer como empregadas, quer como desempregadas. População inativa com 15 e mais anos que deixou o emprego em 2020

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