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O crescimento homólogo da renda mediana de novos contratos de arrendamento diminuiu de 10% no 1º trimestre de 2020 para 0,2% no 2º trimestre
Estatísticas de Rendas da Habitação ao nível local
O crescimento homólogo da renda mediana de novos contratos de arrendamento diminuiu de 10% no 1º trimestre de 2020 para 0,2% no 2º trimestre - 1.º Semestre de 2020
24 de setembro de 2020

Resumo

No 2º trimestre de 2020 a variação homóloga do valor da renda mediana de novos contratos foi marginalmente positiva (+0,2%) no país, menos 9,8 pontos percentuais (p.p.) que a taxa respeitante ao 1º trimestre.
Tendo como referência os 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, o comportamento da taxa de variação homóloga foi diverso embora na maioria dos municípios (17), incluindo os mais populosos, se tenha observado uma redução dessa taxa entre o 1º e 2º trimestre. A redução foi superior ao padrão nacional em 10 municípios, nomeadamente, Setúbal (-20,2 p.p.), Almada (-17,0 p.p.), Matosinhos (-16,3 p.p.), Cascais (-15,7 p.p.), Lisboa (-10,1 p.p.) e Oeiras (-10,0 p.p.).
No 2º trimestre de 2020, houve mesmo uma redução do valor mediano das rendas face ao período homólogo em 12 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes. Nas áreas metropolitanas destacavam-se com valores de novos contratos de arrendamento mais elevados e simultaneamente com diminuição homóloga de rendas medianas, os municípios de Cascais (com uma variação de -10,1%), Lisboa (-6,4%), Porto (-1,1%) e Oeiras (-0,1%).


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